Matéria: Larissa Pontes
Tema:
Fórum Internacional de Dança (FID)
Finalidade da matéria:
Divulgar o Circuito Brasileiro de Festivais Internacionais de Dança e principalmente o Fórum Internacional de Dança (FID) que acontece, em Belo Horizonte, entre os dias 20 de outubro e 1º de novembro.
Histórico do assunto:
O FID foi criado há 13 anos pela Anatômica Artes sob a denominação de Festival e desde 1996 tenta trazer a dança e a musica contemporânea para próximo do público. Em 2001 o nome mudou para Fórum buscando se tornar também um formador de opinião com mais informação.
Dados gerais:
o Projeto se integra em quatro Programas que se articulam sinergeticamente e suas denominações têm o objetivo de explicitar o foco de atuação operado pelo FID: Circulando Grande BH (Grande BH e Belo Horizonte), Território Minas (Estado de Minas Gerais), Conexão InterNacional (Brasil e Exterior) e FIDinho (público-alvo crianças).
Fontes oficiais:
Organizador do evento
Perguntas:
Qual o objetivo do FID?
Belo Horizonte tem potencial para realização de mais eventos como este?
Você sentiu algum aumento de público nestes anos?
Porque você acha que isso aconteceu?
Artista
Perguntas:
É a primeira vez que você se apresenta nos paucos do FID?
Qual a importancia você vê de um evento deste porte para Belo Horizonte?
Personagens:
Pessoa que vai assistir pela primeira vez
Perguntas:
Como você ficou sabendo do FID?
Você já tinha ouvido falar do FID nos ultimos anos?
O que mais te interessou nas apresentações?
Pessoa que já assistiu nas edições anteriores
Perguntas:
Há quanto tempo você frequenta o FID?
O que mais você gosta no evento?
Quais as mudanças que voce percebeu em relacao aos eventos anteriores?
Conteúdo complementar:
Vídeo de uma apresentação
Fotos da apresentação e do publico
sábado, 31 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Irã: A revolta dos eleitores internautas
Por Ana Luíza de Figueiredo Rodrigues
Portal G1
Tecnologia
A última sexta-feira foi para Teerã uma das mais tensas dos últimos 30 anos. O levante avassalador que surpreendeu o mundo em 1979 e resultou na Revolução Islâmica, liderada pelo aiatolá Ruhollah Khomeini, é o único evento comparável às cenas vistas na semana passada. Marchas de protestos, com participação de milhões de iranianos, tomaram conta do país após o anúncio da vitória do presidente Mahmoud Ahmadinejad na eleição presidencial do dia 12. Estimulada por denúncias de uma fraude maciça na reeleição de Ahmadinejad, a rebelião ocorreu nas ruas, mas também com uma intensidade surpreendente na internet, por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter e sites como o YouTube. O principal site é o Iran’s Post Election. Os protestos dão uma dimensão das fissuras políticas na sociedade iraniana e apontam possíveis mudanças na república clerical xiita, um dos regimes mais fechados e opressores do mundo.
As consequências da crise iraniana, porém, podem atravessar as fronteiras do país. Em certa medida, a própria paz no planeta depende de seu desfecho. O Irã possui a segunda maior reserva de petróleo do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita. Com um território enorme para os padrões do Oriente Médio e uma população de 71 milhões de habitantes, o país é também o maior reduto de muçulmanos xiitas do mundo, numa região onde a estabilidade depende do equilíbrio de forças entre os dois principais ramos do islã: xiitas e sunitas. Seu governo financia grupos extremistas, como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Faixa de Gaza – e está num estágio avançado do programa nuclear que pode lhe dar uma bomba atômica. O presidente Mahmoud Ahmadinejad professa um islamismo ultraconservador. Já negou o Holocausto na tribuna das Nações Unidas e, por diversas vezes, demonstrou hostilidade ao Estado de Israel.
A onda de protestos no Irã começou imediatamente após a divulgação do triunfo de Ahmadinejad pela agência iraniana de notícias, apenas duas horas após o fechamento das urnas. A proclamação oficial do resultado da eleição deu 63% dos votos para Ahmadinejad, contra 33% para seu principal adversário, o ex-primeiro-ministro Mir Hossein Mousavi, um oposicionista considerado pouco carismático, mas que, ao longo da campanha, ganhou o apoio entusiasmado de reformistas, jovens e mulheres de classe média dos grandes centros urbanos. O resultado espantou, entre outros motivos, por causa da velocidade da apuração, já que a participação de quase 40 milhões de eleitores em todo o território iraniano é feita por meio de cédulas preenchidas à mão. O tempo gasto para a apuração nas disputas anteriores era de dois a três dias. Além disso, a larga vantagem obtida por Ahmadinejad contrariou as expectativas de uma diferença pequena de votos, alimentadas por uma campanha muito acirrada. Na contagem oficial, Ahmadinejad venceu com folga inclusive nas áreas em que a etnia azeri, a mesma de Mousavi, é predominante.
Mousavi acusou o governo de cometer “irregularidades em massa” e pediu nova eleição. Foi a senha para o país entrar em convulsão. Multidões nas ruas gritavam “morte ao ditador”, em repúdio a Ahmadinejad, palavra de ordem que em pouco tempo evoluiu para “morte ao aiatolá”, em referência ao líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, que ratificara rapidamente a vitória do atual presidente como uma “bênção divina”. No sistema político iraniano, o líder supremo é o comandante em chefe das Forças Armadas e controla o Judiciário, a mídia e o Conselho de Guardiães, um órgão de notáveis com poderes de vetar candidatos e supervisionar as eleições. O presidente cuida das questões administrativas e tem poderes sobre os programas de gastos e investimentos do Estado.
Aos protestos, seguiu-se a reação. As marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda a semana, foram seguidas de forte repressão promovida pela polícia ou por integrantes de uma milícia islâmica, a Basij, uma numerosa força paramilitar formada por voluntários à paisana. Em uma semana, centenas de políticos oposicionistas e manifestantes foram presos, jornais foram censurados, comícios foram proibidos e universidades foram fechadas. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e terminou com a não renovação da autorização de permanência dos jornalistas estrangeiros, o que praticamente fechou o país aos observadores.
Leia também:
O poder religioso no país dos aiatolás
Rebelião 2. 0 em Teerã
No Irã, não há eleições, mas sim fascismo
Oposição formaliza pedido para anular eleição no Irã
Ahmadinejad anuncia mulheres em ministérios
Irã, EUA e Rússia assinam acordos nucleares
Portal G1
Tecnologia
A última sexta-feira foi para Teerã uma das mais tensas dos últimos 30 anos. O levante avassalador que surpreendeu o mundo em 1979 e resultou na Revolução Islâmica, liderada pelo aiatolá Ruhollah Khomeini, é o único evento comparável às cenas vistas na semana passada. Marchas de protestos, com participação de milhões de iranianos, tomaram conta do país após o anúncio da vitória do presidente Mahmoud Ahmadinejad na eleição presidencial do dia 12. Estimulada por denúncias de uma fraude maciça na reeleição de Ahmadinejad, a rebelião ocorreu nas ruas, mas também com uma intensidade surpreendente na internet, por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter e sites como o YouTube. O principal site é o Iran’s Post Election. Os protestos dão uma dimensão das fissuras políticas na sociedade iraniana e apontam possíveis mudanças na república clerical xiita, um dos regimes mais fechados e opressores do mundo.
As consequências da crise iraniana, porém, podem atravessar as fronteiras do país. Em certa medida, a própria paz no planeta depende de seu desfecho. O Irã possui a segunda maior reserva de petróleo do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita. Com um território enorme para os padrões do Oriente Médio e uma população de 71 milhões de habitantes, o país é também o maior reduto de muçulmanos xiitas do mundo, numa região onde a estabilidade depende do equilíbrio de forças entre os dois principais ramos do islã: xiitas e sunitas. Seu governo financia grupos extremistas, como o Hezbollah, no Líbano, e o Hamas, na Faixa de Gaza – e está num estágio avançado do programa nuclear que pode lhe dar uma bomba atômica. O presidente Mahmoud Ahmadinejad professa um islamismo ultraconservador. Já negou o Holocausto na tribuna das Nações Unidas e, por diversas vezes, demonstrou hostilidade ao Estado de Israel.
A onda de protestos no Irã começou imediatamente após a divulgação do triunfo de Ahmadinejad pela agência iraniana de notícias, apenas duas horas após o fechamento das urnas. A proclamação oficial do resultado da eleição deu 63% dos votos para Ahmadinejad, contra 33% para seu principal adversário, o ex-primeiro-ministro Mir Hossein Mousavi, um oposicionista considerado pouco carismático, mas que, ao longo da campanha, ganhou o apoio entusiasmado de reformistas, jovens e mulheres de classe média dos grandes centros urbanos. O resultado espantou, entre outros motivos, por causa da velocidade da apuração, já que a participação de quase 40 milhões de eleitores em todo o território iraniano é feita por meio de cédulas preenchidas à mão. O tempo gasto para a apuração nas disputas anteriores era de dois a três dias. Além disso, a larga vantagem obtida por Ahmadinejad contrariou as expectativas de uma diferença pequena de votos, alimentadas por uma campanha muito acirrada. Na contagem oficial, Ahmadinejad venceu com folga inclusive nas áreas em que a etnia azeri, a mesma de Mousavi, é predominante.
"A apuração rápida e a vantagem larga de
Ahmadinejad levantaram as suspeitas de fraude"
Ahmadinejad levantaram as suspeitas de fraude"
Aos protestos, seguiu-se a reação. As marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda a semana, foram seguidas de forte repressão promovida pela polícia ou por integrantes de uma milícia islâmica, a Basij, uma numerosa força paramilitar formada por voluntários à paisana. Em uma semana, centenas de políticos oposicionistas e manifestantes foram presos, jornais foram censurados, comícios foram proibidos e universidades foram fechadas. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e terminou com a não renovação da autorização de permanência dos jornalistas estrangeiros, o que praticamente fechou o país aos observadores.
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O poder religioso no país dos aiatolás
Rebelião 2. 0 em Teerã
No Irã, não há eleições, mas sim fascismo
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Irã, EUA e Rússia assinam acordos nucleares
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terça-feira, 27 de outubro de 2009
Irã e as redes sociais
Globo
Mundo
Uma revolução 2.0. É assim que pode ser definida a rebelião que ocorreu nas ruas do Irã em junho deste ano. Depois de denúncias de uma fraude na reeleição de Ahmadinejad, a população se revoltou e usou a internet, por meio de redes sociais como Twitter e sites como o YouTube, para divulgar os protestos, já que a imprensa local estava censurada.
Esta foi a revolução de maior importância desde a popularização do Twitter, em 1990. Com os protestos divulgados na internet, foi possível perceber a dimensão dos efeitos da política na sociedade iraniana.
Em uma sociedade em que o acesso à internet ainda é limitado, o Twitter teve um pico de 220 mil mensagens por hora com a palavra “Iran” (Irã, na tradução do inglês). Durante a semana da rebelião, foram 2,25 milhões de blogs discutindo o mesmo assunto e cerca de 3 mil novos vídeos com imagens dos protestos.A maior evidência da importância política do Twitter para o Irã foi dada quando um funcionário do Departamento de Estado americano, Jared Cohen, mandou um e-mail para a direção do Twitter com um pedido especial: será que eles poderiam adiar a manutenção do sistema que tiraria o site do ar por algumas horas da terça-feira? “Parece que o Twitter está tendo um papel muito importante em um momento crucial no Irã”, escreveu Cohen. A direção do site concordou.
Larissa Pontes
Leia mais sobre o mundo:
Sobe para seis o numero de funcionários da ONU mortos no Afeganistão
Bahrein luta para proteger túmulos históricos do rápido avanço das cidades
Ong denuncia tratamento inadequado a pacientes de doenças terminais na índia
Mundo
Uma revolução 2.0. É assim que pode ser definida a rebelião que ocorreu nas ruas do Irã em junho deste ano. Depois de denúncias de uma fraude na reeleição de Ahmadinejad, a população se revoltou e usou a internet, por meio de redes sociais como Twitter e sites como o YouTube, para divulgar os protestos, já que a imprensa local estava censurada.
Esta foi a revolução de maior importância desde a popularização do Twitter, em 1990. Com os protestos divulgados na internet, foi possível perceber a dimensão dos efeitos da política na sociedade iraniana.
Em uma sociedade em que o acesso à internet ainda é limitado, o Twitter teve um pico de 220 mil mensagens por hora com a palavra “Iran” (Irã, na tradução do inglês). Durante a semana da rebelião, foram 2,25 milhões de blogs discutindo o mesmo assunto e cerca de 3 mil novos vídeos com imagens dos protestos.A maior evidência da importância política do Twitter para o Irã foi dada quando um funcionário do Departamento de Estado americano, Jared Cohen, mandou um e-mail para a direção do Twitter com um pedido especial: será que eles poderiam adiar a manutenção do sistema que tiraria o site do ar por algumas horas da terça-feira? “Parece que o Twitter está tendo um papel muito importante em um momento crucial no Irã”, escreveu Cohen. A direção do site concordou.
Larissa Pontes
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quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Democratização do conteúdo
Novas mídias mudam o modo de fazer jornalismo e contribuem para que haja interação entre público e informação
Não importa se o jornalista escreve sobre política, cultura ou esporte. A interatividade é um fator que contribui para o interesse do leitor e as novas mídias chegam para ajudar nesse processo. Mas, o que você entende por jornalismo? Você acredita que o jornalismo impresso vai acabar com as novas mídias? Existe resistência dos jornalistas quanto às mudanças? O escritor, Ricardo Noblat, discutiu e analisou, com a ajuda do público, o futuro do jornalismo.
A palestra foi realizada no auditório da Newton Paiva, na tarde de hoje, em Belo Horizonte. Noblat aproveitou para contar sobre a idéia de criação do seu blog em 2004, que hoje, recebe cerca de 100 mil visitas por dia. O escritor ainda ressalta que quando criou o blog não tinha a percepção do que isso poderia lhe proporcionar. “Com o tempo aprendi a ser mais rigoroso na publicação da informação, pois os leitores acompanham e participam muito”, garante Noblat.
E sobre as novas mídias, Noblat disse também que o jornalismo terá que passar por alterações para atrair a atenção da população. Isso porque poucas pessoas hoje em dia esperam até o dia seguinte para ler um jornal impresso. Blogs, twitter’s e portais garantem a informação com agilidade. “Não acredito que o jornal impresso vá acabar – ressalta Noblat – acho que vai passar por grandes transformações. É uma questão de perda de interesse”.
Porém, o interesse por informação nem sempre depende da agilidade ou do meio em que é publicada. A forma com que o fato é contato faz a diferença e depende, também, do público leitor. “Você pode tratar a política de uma forma que seja atraente para o leitor”, garante Noblat.
A questão é o jornalismo mantém uma relação imediata com o leitor e a internet é importante para manter essa interação. É a “história em tempo real”. Com interatividade e agilidade.
Larissa Pontes
Não importa se o jornalista escreve sobre política, cultura ou esporte. A interatividade é um fator que contribui para o interesse do leitor e as novas mídias chegam para ajudar nesse processo. Mas, o que você entende por jornalismo? Você acredita que o jornalismo impresso vai acabar com as novas mídias? Existe resistência dos jornalistas quanto às mudanças? O escritor, Ricardo Noblat, discutiu e analisou, com a ajuda do público, o futuro do jornalismo.
A palestra foi realizada no auditório da Newton Paiva, na tarde de hoje, em Belo Horizonte. Noblat aproveitou para contar sobre a idéia de criação do seu blog em 2004, que hoje, recebe cerca de 100 mil visitas por dia. O escritor ainda ressalta que quando criou o blog não tinha a percepção do que isso poderia lhe proporcionar. “Com o tempo aprendi a ser mais rigoroso na publicação da informação, pois os leitores acompanham e participam muito”, garante Noblat.
E sobre as novas mídias, Noblat disse também que o jornalismo terá que passar por alterações para atrair a atenção da população. Isso porque poucas pessoas hoje em dia esperam até o dia seguinte para ler um jornal impresso. Blogs, twitter’s e portais garantem a informação com agilidade. “Não acredito que o jornal impresso vá acabar – ressalta Noblat – acho que vai passar por grandes transformações. É uma questão de perda de interesse”.
Porém, o interesse por informação nem sempre depende da agilidade ou do meio em que é publicada. A forma com que o fato é contato faz a diferença e depende, também, do público leitor. “Você pode tratar a política de uma forma que seja atraente para o leitor”, garante Noblat.
A questão é o jornalismo mantém uma relação imediata com o leitor e a internet é importante para manter essa interação. É a “história em tempo real”. Com interatividade e agilidade.
Larissa Pontes
As novas mídias e o Jornalismo
A nova geração conta com ferramentas que facilitam a comunicação globalizada com a constante inovação da tecnologia e inclusão digital. Instant Messengers, Youtube, Orkut, Facebook, Twitter, Flickr, Blogs, Videoblogs, Fotologs, My Space, Reader (Google) , Web 2.0, Podcasts, e, por fim, Jornalismo Participativo. Redes sociais e interfaces que mostram como a elaboração e divulgação de conteúdos de diversos assuntos é democrática no mundo virtual, salvo as leis que protegem os direitos autorias e a moral, por exemplo.
Em contrapartida, como disse o jornalista e blogueiro, Ricardo Noblat, um erro ou escândalo que cai na internet torna-se praticamente impossível de diluir; perde-se controle, visto que há tantos meios de divulgação e armazenamento, mesmo que haja tentativa de censura, como denunciar uma homepage.
O Twitter tem o tweetopiniao, uma ferramenta, bem como as várias outras que tem desenvolvido para ampliar seus usuários, que permite a divulgação de pesquisas (utilizando recursos como gráficos), o que pode ser a chave para o marketing e publicidade das empresas. Além disso, como o Marcelo Tas disse em uma de suas palestras sobre redes sociais, o Twitter rompeu com o tão almejado “furo de reportagem”; o que passa a ter credibilidade é o conteúdo.
Orkut e Facebook tornam disponível a criação de grupos de que as pessoas participam por interesse e/ou afinidade, tanto profissional quanto afetiva; tanto arranjar um emprego, abrir o próprio negócio, quanto namorar.
O My Space ajuda artistas na divulgação de suas obras, sem dependência de gravadoras, como antes. Um exemplo é a jovem cantora Malu Magalhães, que com 16 anos disparou na indústria músical.
Com o Citizen Journalism (Jornalismo Cidadão), ou “Jornalismo Participativo”, a interatividade, tão prezada no ramo, proporcionou entendimento entre os jornalistas e cidadãos (interlocutores); as pessoas encontram links disponibilizados por emissoras de rádio e televisão nos sites para darem sugestão de pauta, o que aumenta a confiabilidade e audiência, sem esquecer-se da apuração – porque, como já foi dito, quando uma gafe ou escândalo caem na “net”, torna-se praticamente insolúvel.
Muitos fotógrafos, bem como os cantores do MySpace, saíram do anonimato com o Flickr e outros hospedeiros de blogs/fotologs. Pessoas que fabricam produtos caseiros como de culinária, artigos para decoração como pátina, jardinagem, até atelier de artesanato e artes plásticas conseguem ascensão profissional com seu hobbie.
Hoje, tanto pequenas empresas, lojas, quanto multinacionais, em sua maioria, têm sites para que os clientes conheçam o que vão consumir e sejam mais objetivos. Até as Sex Shops têm sites com fotos de todos os produtos, para que as pessoas constrangidas de entrar nas lojas não deixem de ter os artigos, além do conforto de comprar tudo o que se pode sem sair de casa.
Por falar em não sair de casa, temos os exemplos do MSN, Skype e GoogleTalk, redes que possibilitam o encurtamento de tempo e distância através dos recursos de conversa por áudio e vídeo, bem como compartilhar pastas e arquivos com fotos, músicas, vídeos e textos (quem nunca fez um trabalho de escola ou faculdade em dupla ou grupo por internet?).
O Google, além de ser o site de pesquisa mais utilizado do mundo, tanto para se localizar em Terra (Google Earth), quanto para “visitar” o espaço (Google Sky), tem inovado suas ferramentas. Dentre elas, uma das mais úteis para os jornalistas tem sido o Google Reader; apenas assinando um feed (RSS), ele pode organizar todos os sites e portais que lhe interessam sem precisar acessar todos diariamente, apenas abrindo sua “Página do Reader”. Isso poupa o tempo que é tão precioso na profissão.
No Youtube e Videolog, tanto vídeos mais passíveis de censura, quanto os de cineastas emergentes tornam-se acessíveis e possíveis de se “postar”.
Tudo isso passível a críticas, através de comentários, notícias, fazendo com que obras se percam ou ganhem o mundo; porque, em anonimato ou aparecendo, as pessoas não deixam de opinar e mostrar para as outras tudo o que querem.
Através do Youtube, fatos isolados tornam-se hits e tomam espaço e tempo consideráveis na vida social dos internautas. Isso também pode gerar problemas; sendo a internet um meio em que tudo se propaga rapidamente, a falta de controle pode fazer com que, por exemplo, um arquivo, seja vídeo, foto ou texto não autorizados para compartilhamento, torne-se de conhecimento geral.
As novas mídias estão aí, e apoiadas pela internet, tornam-se uma arma poderosa para a maior parte da população mundial; sensatez, prudência, respeito e educação são fundamentais para que a criação e inovação de tanta tecnologia não sejam em vão.
Em contrapartida, como disse o jornalista e blogueiro, Ricardo Noblat, um erro ou escândalo que cai na internet torna-se praticamente impossível de diluir; perde-se controle, visto que há tantos meios de divulgação e armazenamento, mesmo que haja tentativa de censura, como denunciar uma homepage.
O Twitter tem o tweetopiniao, uma ferramenta, bem como as várias outras que tem desenvolvido para ampliar seus usuários, que permite a divulgação de pesquisas (utilizando recursos como gráficos), o que pode ser a chave para o marketing e publicidade das empresas. Além disso, como o Marcelo Tas disse em uma de suas palestras sobre redes sociais, o Twitter rompeu com o tão almejado “furo de reportagem”; o que passa a ter credibilidade é o conteúdo.
Orkut e Facebook tornam disponível a criação de grupos de que as pessoas participam por interesse e/ou afinidade, tanto profissional quanto afetiva; tanto arranjar um emprego, abrir o próprio negócio, quanto namorar.
O My Space ajuda artistas na divulgação de suas obras, sem dependência de gravadoras, como antes. Um exemplo é a jovem cantora Malu Magalhães, que com 16 anos disparou na indústria músical.
Com o Citizen Journalism (Jornalismo Cidadão), ou “Jornalismo Participativo”, a interatividade, tão prezada no ramo, proporcionou entendimento entre os jornalistas e cidadãos (interlocutores); as pessoas encontram links disponibilizados por emissoras de rádio e televisão nos sites para darem sugestão de pauta, o que aumenta a confiabilidade e audiência, sem esquecer-se da apuração – porque, como já foi dito, quando uma gafe ou escândalo caem na “net”, torna-se praticamente insolúvel.
Muitos fotógrafos, bem como os cantores do MySpace, saíram do anonimato com o Flickr e outros hospedeiros de blogs/fotologs. Pessoas que fabricam produtos caseiros como de culinária, artigos para decoração como pátina, jardinagem, até atelier de artesanato e artes plásticas conseguem ascensão profissional com seu hobbie.
Hoje, tanto pequenas empresas, lojas, quanto multinacionais, em sua maioria, têm sites para que os clientes conheçam o que vão consumir e sejam mais objetivos. Até as Sex Shops têm sites com fotos de todos os produtos, para que as pessoas constrangidas de entrar nas lojas não deixem de ter os artigos, além do conforto de comprar tudo o que se pode sem sair de casa.
Por falar em não sair de casa, temos os exemplos do MSN, Skype e GoogleTalk, redes que possibilitam o encurtamento de tempo e distância através dos recursos de conversa por áudio e vídeo, bem como compartilhar pastas e arquivos com fotos, músicas, vídeos e textos (quem nunca fez um trabalho de escola ou faculdade em dupla ou grupo por internet?).
O Google, além de ser o site de pesquisa mais utilizado do mundo, tanto para se localizar em Terra (Google Earth), quanto para “visitar” o espaço (Google Sky), tem inovado suas ferramentas. Dentre elas, uma das mais úteis para os jornalistas tem sido o Google Reader; apenas assinando um feed (RSS), ele pode organizar todos os sites e portais que lhe interessam sem precisar acessar todos diariamente, apenas abrindo sua “Página do Reader”. Isso poupa o tempo que é tão precioso na profissão.
No Youtube e Videolog, tanto vídeos mais passíveis de censura, quanto os de cineastas emergentes tornam-se acessíveis e possíveis de se “postar”.
Tudo isso passível a críticas, através de comentários, notícias, fazendo com que obras se percam ou ganhem o mundo; porque, em anonimato ou aparecendo, as pessoas não deixam de opinar e mostrar para as outras tudo o que querem.
Através do Youtube, fatos isolados tornam-se hits e tomam espaço e tempo consideráveis na vida social dos internautas. Isso também pode gerar problemas; sendo a internet um meio em que tudo se propaga rapidamente, a falta de controle pode fazer com que, por exemplo, um arquivo, seja vídeo, foto ou texto não autorizados para compartilhamento, torne-se de conhecimento geral.
As novas mídias estão aí, e apoiadas pela internet, tornam-se uma arma poderosa para a maior parte da população mundial; sensatez, prudência, respeito e educação são fundamentais para que a criação e inovação de tanta tecnologia não sejam em vão.
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